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Associação dos Socorros Mútuos doa Artistas Mirandelelenses

HISTÓRIA DA ASSOCIAÇÃO DE SOCORROS MÚTUOS DOS ARTISTAS MIRANDELENSES ATRAVÉS DE UMA CRONOLOGIA
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1863 — 1 de Janeiro — Terá sido a data do início da “Sociedade de Socorros Mútuos” em Mirandela, regulada por estatutos próprios. Durou somente alguns anos, extinguindo-se depois.

1901 —5 de Abril — 1ª reunião “preparatória”, no Teatro de Mirandela, pelas 9 horas da noite. Eleita a Comissão Administrativa e escolhido o nome de “Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses”. Encerrada a reunião às 11 horas da noite. 

1901 — 1 de Maio — Primeira reunião da Comissão Administrativa. Considera a Instalação da ASMAM. 

1901 — 2 de Junho — 2ª reunião “preparatória”. Eleita a Mesa da Assembleia Geral. 

1901 — 21 de Agosto — 3. Sessão “preparatória”. Fala dos estatutos. Tinham 14 capítulos e 50 artigos. O Relator do projecto foi Francisco de Meio Alvim. 

1901 — 24 de Dezembro — Alvará que aprova os Estatutos da Associação de S. M. dos Artistas Mirandelenses. 

1902 — 23 de Fevereiro — Informação da aprovação dos estatutos em Assembleia Geral. 

1902 — 9 de Março — Nomeado Conselho Fiscal provisório. 

1902 — 23 de Abril — Aprovado em Assembleia Geral o Regulamento Interno. 

1902 — 1 de Junho — Na mesa da Assembleia Geral esteve o Visconde da Bouça que presidiu “à 1. sessão comemorativa do primeiro aniversário da Associação”. Foi descerrado o retracto do Presidente honorário Conselheiro Cândido Baptista. 

1902 — 21 de Dezembro - Nomeação da Mesa eleitoral. 

1903 —21 de Maio — 2 horas da tarde, entrega da Bandeira oferecida por Francisco de Meio Alvim. 

1903 — 29 de Junho — Na acta da Direcção são indicadas as Farmácias em Mirandela pertencentes a: Arnaldo Mendo, Frederico d’ Araújo Leite, Francisco de Meio Alvim e José Teixeira Mendes Bragança. 

1903 — 27 de Dezembro — Grupo de 23 sócios pedem anulação do acto eleitoral. Após conversações tudo ficou em bem. 

1904 — 18 de Dezembro — Eleição dos Corpos Gerentes para 1905. 

1906 — 1 de Abril — Na acta da Direcção deste dia indica a permuta dos estatutos que pretendiam fazer com as Associações congéneres de Macedo de Cavaleiros e Chaves. 

1906 — 1 de Maio — Festeja-se o 5•2 aniversário. Retracto de Augusto Pereira Guimarães a descoberto. 

1908 — 15 de Janeiro — a Direcção nomeia uma “troupe dramática”. 

1908 — 3 de Fevereiro — Voto de sentimento pela morte de O. Carlos e filho Luís Filipe. 

1909 — 14 de Março — Aquisição do edifício para sede que não se concretizou. 

1910 — 10 de Julho — Aprovada a reforma dos estatutos. Presentes 346 sócios. 

1912 — 10 de Março — A Assembleia Geral só tinha 46 sócios presentes. 

1913 — 5 de Janeiro - Foi votada por unanimidade a construção do teatro. Criada a Comissão Executiva para a sua construção e angariação de fundos, com a maioria dos sócios presentes. 

1914 — Construção da sede da ASMAM e do Teatro em anexo com projecto de Veríssimo de Sá Correia, director de construção e um dos subscritores da verba gasta. Era empregado superior do Caminho de Ferro de Mirandela. Levou dez meses a construir-se e o seu custo foi de 8.200$000. Tina capacidade para 400 pessoas, 140 cadeiras e 14 camarotes. Tinha luz eléctrica.

1915 — 11 de Abril — Refere as obras do Teatro. A sede era à Rua da Praça Nova. 

1916 — 24 de Abril — E convidado o Presidente da Direcção para fazer parte da Junta Patriótica, mas foi resolvido comunicar que não aceitava. 

1919— 10 de Fevereiro — Substituído o secretário por ter ido para Africa. 

1919 — 16 de Março — Mudança de sede. 

1919 — 2 de Maio — Convite para se incorporarem nas Festas da Sr. do Amparo. 

1920 — 19 de Janeiro — Refere o bufete, os bailes, ou seja formas de angariar fundos. 

1920 — dia 25 de Janeiro — A quota mensal era aumentada mais 10 centavos devido à carestia dos medicamentos e carestia de todos os outros géneros. 

1920 — 14 de Outubro — A casa da Sede onde estava a Associação não tinha condições. 

1920 — 12 de Dezembro — Havia 370 sócios na Associação e só estavam presentes à Assembleia 30. 

1921 — 1 de Maio - Carros alegóricos no aniversário. 

1922 — 9 de Janeiro — O Futebol Clube de Mirandela pedia cadeiras emprestadas para uma sua festa. 

1923 — 28 de Janeiro — As quotas passam para 1$50. 

1923 — 4 de Março — Voto de sentimento pelo falecimento do sócio benemérito n.2 197, Simão Marques Pinheiro. 

1924 — 27 de Janeiro — As quotas passam para 2$00. Subsídios aos doentes eram de 1$50 diários e 50$00 pelo funeral. 

1925 —2 de Março — Foi apresentada a conveniência de que “se constituísse um grupo dramático” para as comemorações do aniversário. 

1926 — 12 de Janeiro — Mudança de instalações para a casa conhecida por“Salão Drogas” na rua Parque dos Negrilhos. 

1926 — 17 de Junho — Rifa de uma máquina de costura. 1$00 cada bilhete. Total 200 bilhetes. 

1926 — 19 de Outubro — Votos de sentimento pelo falecimento do sócio fundador Francisco de Meio Alvim e do sócio José Mana de Sá Rodrigues. E ainda pelos 6 Bombeiros Municipais do Porto que foram vítimas no desastre da Boavista. 

1929 — 14 de Julho — Tumultos na Assembleia Geral. 

1930 — 2 de Junho — Dr. Bacelar alerta para as condições jurídicas para que se encontra a Casa do Teatro 1.2 de Maio. Inicia-se o processo de quitação do edifício. 

1930—28 de Junho — o Dr. Bacelar oferece uma Junta de Toiros para rifar para angariar fundos a favor da Associação. 

1931 - 5 de Janeiro — É referida a Filarmónica da Bouça. 

1931 — 19 de Janeiro — Arrematação da obra de carpintaria da plateia do Teatro 1.2 de Maio, agora definitiva sede. 

1931 — 20 de Abril — Voto de pesar pela morte do Dr. Álvaro Pinto Soares. 

1932 - 19 de Setembro — Decidido oficiar ao Presidente da Câmara para a criação do Liceu Municipal “oferecendo todo o apoio moral” 

1932 — 12 de Dezembro — Decidido modificar a instalação eléctrica para que a Casa do Teatro não fosse encerrada. 

1933 — 30 de Outubro — Decidiram pedir ao Ministério do Comércio e ao Director geral dos Correios e Telégrafos para que as obras dos Correios recomeçassem. 

1934 — 15 de Janeiro — Quotas passam de 3 para 4$00. 

1934 — 29 de Outubro — Aprovada a Reforma dos Estatutos. 

1935 — 21 de Janeiro — A Sociedade arrendatária do Teatro cede à Associação a organização dos Bailes de Carnaval. 

1935 — 9 de Dezembro — Entrega do Teatro à Associação pela Sociedade arrendatária. 

1936 — 9 de Março — Entregam a reparação interior da sede ao sr. Emílio Pinto pela quantia de 950$00. 

1936 — 16 de Março — Refere um motor que tinham no anexo e que, devido às grandes chuvas estava em péssimo estado. 

1936 — 12 de Abril — Domingo de Páscoa : aproveitaram e realizaram um baile e uma sessão de cinema. 

1936 —27 de Abril — O Administrador do Concelho pedia o Teatro para no dia 10 de Maio projectar 1 filme em benefício da Semana da Tuberculose. 

1936 — 11 de Junho — O Liceu Dr. Álvaro Soares convida para a sessão solene de comemoração do dia de Camões. 

1936 — 23 de Novembro — É referenciada a existência do grupo Recreativo “Os Modestos” cujo Presidente era José Manuel Geraldo. 

1936 — 28 de Novembro — E referida a existência em tempos de uma escola industrial e agora pediam a criação de outra. 

1937— 11 de Janeiro — Entregam a arrematação dos bailes de Carnaval ao grupo Recreativo e Beneficiência os “Modestos Transmontanos”. 

1937 — 22 de Fevereiro — O Director da Escola n.2 1 pedia o tambor para as escolas, mas resolveram emprestar em vez de dar. 

1937 — 10 de Março — O Teatro Mirandelense ia abrir brevemente. O Sport Clube de Mirandela propõe arrendar o edifício à Associação. 

1939 — 5 de Junho — Entregue a obra de caiação e pintura da sede a Manuel Nascimento Pinto que enviou a melhor proposta. 

1939 — 31 de Agosto — É enviado um ofício (nº 251) ao Secretário Delegado da Defesa da Família — Ministério do Interior, em Lisboa, pedindo que enviem medicamentos para o combate à sífilis que grassava assustadoramente no concelho e até indicava o nome do medicamento: BISMUTOXIL. 

1939 — 5 de Dezembro — distribuída a importância de 400$00 em mercearia pelos sócios mais necessitados, pelo Natal. Tinham sido enviados pelo Ministro do Interior. 

1940 — 5 de Agosto — Recebem do Governo 200 ampolas de BISMUTOXIL para o combate à Sífilis. 

1940 — 16 de Setembro — Mandam um telegrama ao dr. Trigo de Negreiros pelo cargo do governo para que fora nomeado. 

1945 — 11 de Março — Decidido em Assembleia Geral que fosse criada uma Banda de Música. 

1946 — Abril — O Visconde da Bouça oferece 32 fardas.

1946— 1 de Maio —É homenageado o Dr. José Vaz de Sousa Bacelar, Visconde da Bouça. 

1946—12 de Maio — Notícia que o Teatro 1 de Maio há mais de 15 anos que deixara de funcionar como casa de espectáculos. 

1949 — 5 de Dezembro - Tomou posse uma Comissão Administrativa da Banda. 

1950 — 25 de Fevereiro - Já fala do pagamento à PSP pelos serviços prestados nos Bailes de Carnaval em manter a ordem. 

1950 - 19 de Abril — E indicada a inauguração do Posto de Socorros da sede para o dia 1 2 de Maio desse ano. O aniversário tinha de ser comemorado na sede conforme dizia o art.2 35, parágrafo 1 2 dos Estatutos. 

1950 — 25 de Maio — Inaugurada a Casa do Povo de Frechas. 

1950 — 26 de Maio — Foram cumprimentar o dr. Trigo de Negreiros e comunicar-lhe a situação da Associação. 

1950 — 7 de Julho — O Salão ia ser cedido à Câmara para oferecer um banquete aos Ministros do Interior e das Obras Públicas e ao Secretário de Estado da Agricultura na inauguração dos novos Paços do Concelho. 

1954 — 24 de Maio — Decidiram que a Banda participava gratuitamente na inauguração da atribuição de casas aos pobres pela “Comissão Angariadora de Fundos a favor do Património dos Pobres. 

1955 — 30 de Maio — O Grémio do Comércio do Concelho de Mirandela oferece à associação um bilhar livre usado. 

1958—29 de Junho — Constituída Comissão para revisão dos estatutos. 

1958 — 3 de Novembro — Indica que a Banda de Música não pôde estar presente na inauguração da Biblioteca dos Bombeiros porque alguns elementos estavam ausentes. 

1960 — Agosto — Houve uma Exposição de Material Agrícola instalada no Parque do Império e integrada nas Festas de Nª Srª do Amparo. A Associação foi convidada para estar presente a inauguração. 

1960 — 23 de Outubro — Inauguração da Sede Ginásio do Sport Clube de Mirandela. 

1961 — 5 de Setembro — Foi criada uma Comissão para a criação de uma Biblioteca Popular.

1961 — 29 de Outubro — A Banda de Música deixava de pagar 10% à Associação. 

1962 - 1 de Maio — São referenciadas vários organismos locais presentes nos festejos do aniversário da Associação, como: Grémio do Comércio; Sindicato Nacional dos Motoristas do Distrito de Bragança; Sindicato Ferroviário; Aero Clube de Mirandela; Sport Clube, Bombeiros Voluntários. 

1962 — 13 de Novembro — Um componente do “Jazz Band” realiza um baile em seu proveito dia 2 de Dezembro.

1964 — 8 de Março — Banda presente na Inauguração do Palácio da Justiça. 

1964 — 18 de Fevereiro — A Comissão do Rancho Folclórico de S. Tiago pede para ceder as instalações para os ensaios. 

1964 — 7 de Abril — A Associação cedia gratuitamente o salão para os ensaios do Rancho Folclórico. Ambos iam organizar os festejos do Santo António e os lucros eram igualmente divididos. 

1964—20 de Outubro — São indicados Cursos da Oliva a funcionar na sede. 

1964—17 de Novembro — Fala de urna epidemia que grassava na petizada. 

1965 — 5 de Outubro — Decidiram colocar anúncios nas montras para admissão de aprendizes da Banda. 

1965 — 28 de Março — A Assembleia Geral corta o subsidio de doença a todos os sócios à excepção de 1 que estava em Caramulo, porque não havia verba, estavam em situação ruinosa e não conseguiam controlar os associados quando com parte de doente. 

1965 — 7 de Novembro — Só aparecem 6 sócios à reunião extraordinária da Assembleia Geral. 

1980 — 25 de Julho — Enorme incêndio que destruiu o edifício da Associação de S. M. dos Artistas Mirandelenses. 

1987 — 28 de Março - A ASMAM tinha uma Fanfarra, uma Banda de Música, uma Escola de Música, um Grupo de Teatro e prestava Assistência no campo da saúde aos seus associados. 

1988 — 16 de Janeiro — Continuava a reconstrução do edifício sede. 

1989 — Abril — concluída a reconstrução do edifício sede. 

1990 —6 de Julho — A Filmes Lusomundo SA assina com a Associação um contracto para exploração do Cine Mirandelense (tinha deixado de funcionar o Teatro Mirandelense). 

1992 — Rescindido a partir de 30 de Junho, pela Lusomundo S. A., o contracto de exploração do Cine Mirandelense. 

1997 — 18 de Novembro — Aprovada por unanimidade a alteração ao art. 26 dos Estatutos que alterava de dois para 4 anos o mandato dos Corpos Gerentes. 

1999 — 12 de Janeiro — Aprovada a alteração do salão do Cine Teatro, transformando-o num espaço amplo. 

2001 — Pintura e reparação da sede com a colaboração da Câmara Municipal. 

2001 — Comemoração do centenário da Associação 

2001 — Lançamento do Livro “Centenário da Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses” de Virgílio Tavares 

Corpos Gerentes

Os Corpos Gerentes de qualquer instituição associativa são sempre os elementos essenciais na condução dos destinos desse organismo. São eles que podem desenvolver (para melhor ou para pior) os percursos das suas organizações.

Entendemos ser de alguma importância a divulgação dos Corpos Gerentes da Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses que atingiu um século de vida. Porém, usamos o critério de apenas indicarmos algumas, para que esta obra não fosse demasiado extensa e perdesse o interesse de uma leitura mais acessível no conteúdo, no nº de páginas e no tempo de observação/análise da mesma.
Assim incluímos este capítulo onde indicaremos alguns órgãos eleitos ao longo das décadas que a vida deste organismo já atravessou. 

Primeira Comissão Administrativa Provisória

Presidente — Francisco de Mello Alvim 

1º Secretário — António Abílio de Sá Pinto 

2º Secretário — Francisco Mana Ferreira 

Directores — Elói José Pereira 
                    — João Baptista Carneiro 
                    — António Joaquim Carmo
Tesoureiro — Januário Belo 

Esta comissão foi eleita em Assembleia Geral de 5 de Abril de 1901 que era Presidida por Augusto Pereira Guimarães e secretariado por Francisco de MelIo Alvim e António Abílio de Sá Pinto. 

Na segunda Assembleia Geral o Presidente foi o mesmo, mas os secretários foram José Manuel Ribeiro e José A. da Costa.

Devemos lembrar-nos de que se estava na fase de constituição da Associação e, por isso, os órgãos eram constituídos para um tempo nada preciso, designando-se por provisórios. 

Gerência de 1902

ASSEMBLEIA GERAL 
Presidente — Augusto Pereira Guimarães
1º Secretário — José Maria Sá Rodrigues 
2º Secretário — José António da Costa

CONSELHO FISCAL
Presidente — Rodrigo da Conceição Cabral 
Vogal — António Teixeira Neto 
Vogal — José Esteves Lopes do Rego

DIRECÇÃO
Presidente — Francisco de Melo Alvim 
Vice Presidente — Manuel Maria Pires Claro 
1ºSecretário — António Abílio de Sá Pinto
2ºSecretário — Francisco Maria Ferreira
Directores — Elói José Pereira, João Baptista Carneiro e António Joaquim Carino 
Tesoureiro — Januário Belo


Gerência de 1913 
(eleitos a 15 de Dezembro de 1912)

ASSEMBLEIA GERAL 
Presidente — Heitor Eugénio de Magalhães Passos 
Vice Presidente — Dr. Manuel Rocha 
1º Secretário — António Augusto Martins 
2º Secretário — Albino Ribeiro 

CONSELHO FISCAL
Presidente — Francisco Maria Ferreira 
1ºVogal — António Coelho da Rocha 
2ºVogal — Severino Teixeira 

DIRECÇÃO
Presidente — Marcolino Augusto Osório 
Vice Presidente — José Pinto Teixeira 
1ºSecretário — Aníbal Rocha 
2ºSecretário — António Adelino Martins 
Directores — 1º- José Estêvão Rego 2.º- João Maria Esteves 3º José Benedito Osório
4º- Alfredo do Nascimento 
Tesoureiro — Manuel Maria Pires Claro 

Gerêncuia de 1922
(eleitos a 18 de Dezembro de 1921)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Dr. José Joaquim de Carvalho Salazar 
Vice Presidente — Augusto Pereira Guimarães 
1ºSecretário — José Dionízio Neves 
2º Secretário — José Rafael 

CONSELHO FISCAL
Presidente — João Belo 
1º Vogal — André Cabeças 
2º Vogal — Augusto Lopes 

DIRECÇÃO
Presidente — António Emílio Cabral 
Vice Presidente — Hipólito César Lemos 
1º Secretário — Virgílio Costa Guimarães 
2º Secretário — Luís Filipe Teixeira 
Directores — António Rodrigues 
— Francisco José Esteves 
— António Augusto de Castro
Tesoureiro — José António da Costa 

Gerência de 1932
(eleitos a 20 de Dezembro de 1931)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — António Eduardo de Oliveira Faria 
Vice-Presidente — Armindo Augusto d´Andrade 
1º Secretário — Viriato José Botelho
2º Secretário — José Matias Botelho

CONSELHO FISCAL
Presidente — António Emílio Cabral 
Vogais — Alfredo Correia 
Álvaro Augusto do Rego 

DIRECÇÃO
Presidente — Adelino de Carvalho 
Vice Presidente — Augusto Maria Lopes 
1. Secretário — Francisco de Sousa Campos 
2. Secretário — Tibério Augusto d’Almeida 
Vogais — Avelino Geraldes Pereira 
— Vitor José Rodrigues 
— Clemente José Ferreira 
— Francisco Augusto Esteves
Tesoureiro — Pedro Augusto Pinto 

Gerência de 1941 
(eleitos a 15 de Dezembro de 1940)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Dr. José Joaquim de Carvalho Salazar 
Vice Presidente — Augusto Maria Lopes 
1º Secretário — José Elói Pereira 
2º Secretário — Miguel dos Santos Ferreira 

CONSELHO FISCAL
Presidente — Francisco Alves de Sousa 
Vogais - João Batista dos Santos e Adelino Albano Torres Botelho 

DIRECÇÃO
Presidente — Elói do Nascimento Pereira 
Vice Presidente — Júlio César Bornes 
1º Secretário — Veríssimo Salvador Correia 
2ºSecretário — Francisco António Botelho 
Vogais — Adolfo Policarpo Armindo 
Alfredo Pinheiro 
Alfredo Albertino Sales 
Hipólito Seramota 
Tesoureiro — Avelino Geraldo Pereira 

Gerência de 1945 
(eleitos a 23 de Dezembro de 1945)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Dr. José Joaquim de Carvalho Salazar 
Vice Presidente — Aníbal Coelho Rocha 
1 •2 Secretário — Veríssimo Salvador Correia 
2.2 Secretário — Mário da Cruz Rocha

CONSELHO FISCAL
Presidente — Aníbal dos Santos Teixeira 
1º Vogal — Francisco António Botelho 
2º Vogal — Aníbal Tavares Machado 

DIRECÇÃO
Presidente — Alexandrino António Pereira 
Vice Presidente — Alfredo Augusto Correia 
1º Secretário — João Francisco Cabeças 
2º Secretário — Arnaldo Fernandes Pinto 
Vogais — Francisco Claro Pando 
Duarte de Sousa 
Francisco de Sousa 
Alfredo Sales 
Tesoureiro — Avelino Geraldo Pereira 
 
Gerência de 1959
(eleitos a 21 de Dezembro de 1958)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — João do Nascimento Belchior 
Vice Presidente — Joaquim Casimiro Cruz 
1º Secretário — Mário do Amparo Medeiros 
2º Secretário — José Joaquim Ferreira 

CONSELHO FISCAL
Presidente — Manuel Roque de Sousa 
1º Secretário — José António Troca 
Relator — Carolino do N. Lopes 

DIRECÇÃO
Presidente — Elói do Nascimento Pereira 
Vice Presidente — Mário Pinheiro 
1º Secretário — Francisco Inácio Ferreira 
2º Secretário — Arménio Augusto Pinto 
Vogais — Arnaldo F. Pinto, Joaquim de Sá 
— Francisco Claro Paçó, António Manuel
Tesoureiro — José Maria Pereira 

Gerência de 1960
(eleitos a 1 de Janeiro de 1960)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Eng. Olímpio José da Gama Coelho Rocha 
Vice Presidente — João Maria Pavão 
1º Secretário — João Luís Belo 
2º Secretário — João Baptista Martins 

CONSELHO FISCAL
Presidente — Dr. Manuel Teixeira Júnior
Secretário — Abílio de Oliveira 
Relator — João do Nascimento Belchior  

DIRECÇÃO
Presidente — Dr. Arnaldo Dias 
Vice-Presidente — Manuel Paulo da Ressureição Fernandes 
1º Secretário — Cândido António Pires da Costa
2º Secretário — Viriato Emílio Martins
Vogais — Armando Figueiredo Sarmento e João António Vilares 
Tesoureiro — Alfredo Albertino Sales

Gerência de 1965 
(eleitos a 20 de Dezembro de 1964)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Miguel Luís Vaz 
Vice Presidente — Marcolino Gonçalves 
1. Secretário — Viriato Aníbal Vale 
2. Secretário — João Maria Vasques

CONSELHO FISCAL
Presidente — Aníbal Coelho Rocha 
Secretário — Alfredo Augusto Correia 
Relator — Alexandre José Fernandes 

DIRECÇÃO
Presidente — Armando Artur Lemos 
Vice Presidente — João Gonçalves de Almeida
1º Secretário José Manuel Pires 
2º Secretário — Marcolino Joaquim Romão 
Vogais — Joaquim de Sá 
José Augusto Neto 
Duarte de Sousa 
Manuel António Pereira 
Tesoureiro — Aires Ferreira Sacras

Gerência 1970 
(eleitos a 21 de Dezembro de 1969)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — João António dos Santos Vilares 
Vice Presidente — João Luís Belo 
1º Secretário — Alfredo Augusto Vaz 
2.º Secretário — António Manuel Esteves 

CONSELHO FISCAL
Presidente — João Baptista Rego 
Secretário — Alfredo Augusto Coelho 
Relator — Eduardo José Botelho 

DIRECÇÃO
Presidente — Adolfo Augusto Cruz 
Vice Presidente — Aníbal Pinto 
1º Secretário — Manuel Martins Lavado 
2.º Secretário — Carolino do Nascimento Lopes 
Vogais — Fernando do Nascimento Limoeiro 
Eduardo Nascimento Gomes de Almeida 
António Joaquim Correia 
Joaquim dos Santos 
Tesoureiro — Leonídio Artur Almeida

Gerência de 1985

DIRECÇÃO
Presidente — José Alberto Ribeiro 
1º Secretário — Carlos Rogério S. Ferreira Sacras 
2º Secretário — Amândio Augusto Alves 

CONSELHO FISCAL
Presidente — José Fernando Sequeira Rodrigues 
Secretário — Arménio Lino Martins 
Relator — Acácio Augusto Gonçalves 

DIRECÇÃO
Presidente — Francisco Manuel dos Reis 
Secretário — Augusto José Pires 
Tesoureiro — Firmino A. Silva Campos 
Vogais — José Alexandre N. M. De Oliveira e José Maria Pereira 

Gerência de 1988/89 
(eleitos a 27 de Fevereiro de 1988)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Manuel João Morais Araújo 
1. Secretário — António Joaquim Correia 
2. Secretário — José Francisco Reimão 

CONSELHO FISCAL
Presidente — Manuel Rodrigues da Silva 
Secretário — José Carmona Figueiredo da Luz 
Relator — Acácio Teixeira 

DIRECÇÃO
Presidente — Francisco do Patrocínio Martins 
Secretário — Valdemar dos Santos Vilaverde 
Tesoureiro — Firmino António da Silva Campos 
Vogais — Carlos Manuel Ricardo 
Alberto António Figueiredo Sarmento 
Manuel José Ceriz 
Fernando Manuel Cordeiro

Gerência 1998/2001 
(eleitos a 16 de Janeiro de 1998)

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Roger do Nascimento Ferreira 
1. Secretário — António Alfredo Mós 
2. Secretário — Jorge Augusto Pinheiro 

CONSELHO FISCAL
Presidente — António Martins dos Santos 
Secretário — Carlos Manuel Pereira 
Relator — Manuel Joaquim Ribeiro 

DIRECÇÃO
Presidente — Henrique Paulo Reis 
Secretário — António Manuel Balsa Sequeira 
Tesoureiro — Joaquim Rente dos Santos 
Vogais — Orlando Aníbal Pinto 
António Manuel 
José Jorge Neto 
António Modesto Paixão 

Presidentes da Direção

Francisco de Mello Alvim (1902)

Marcolino Augusto Osório (1913)

António Emílio Cabral (1922)

Adelino de Carvalho (1932)

Elói do Nascimento Pereira (1941)

Alexandrino António Pereira (1945)

Elói do Nascimento Pereira (1959)

Dr. Arnaldo Dias (1960)

Armando Artur Lemos (1965)

Adolfo Augusto Cruz (1970)

Francisco Manuel dos Reis (1985)

Francisco do Patrocínio Martins (1988/89)

Henrique Paulo Reis (1998-2001)


Fontes:
 
  • «Apontamentos Históricos de Mirandela«, 1983, do Padre Ernesto de Sales;
  • «Centenário da Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses», 2001, de Virgílio Tavares. 

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