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Terça, 7 de Setembro de 2010 |
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![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() | HISTÓRIA DA ASSOCIAÇÃO DE SOCORROS MÚTUOS DOS ARTISTAS MIRANDELENSES ATRAVÉS DE UMA CRONOLOGIA![]() 1863 — 1 de Janeiro — Terá sido a data do início da “Sociedade de Socorros Mútuos” em Mirandela, regulada por estatutos próprios. Durou somente alguns anos, extinguindo-se depois. 1901 —5 de Abril — 1ª reunião “preparatória”, no Teatro de Mirandela, pelas 9 horas da noite. Eleita a Comissão Administrativa e escolhido o nome de “Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses”. Encerrada a reunião às 11 horas da noite. 1901 — 1 de Maio — Primeira reunião da Comissão Administrativa. Considera a Instalação da ASMAM. 1901 — 2 de Junho — 2ª reunião “preparatória”. Eleita a Mesa da Assembleia Geral. 1901 — 21 de Agosto — 3. Sessão “preparatória”. Fala dos estatutos. Tinham 14 capítulos e 50 artigos. O Relator do projecto foi Francisco de Meio Alvim. 1901 — 24 de Dezembro — Alvará que aprova os Estatutos da Associação de S. M. dos Artistas Mirandelenses. 1902 — 23 de Fevereiro — Informação da aprovação dos estatutos em Assembleia Geral. 1902 — 9 de Março — Nomeado Conselho Fiscal provisório. 1902 — 23 de Abril — Aprovado em Assembleia Geral o Regulamento Interno. 1902 — 1 de Junho — Na mesa da Assembleia Geral esteve o Visconde da Bouça que presidiu “à 1. sessão comemorativa do primeiro aniversário da Associação”. Foi descerrado o retracto do Presidente honorário Conselheiro Cândido Baptista. 1902 — 21 de Dezembro - Nomeação da Mesa eleitoral. 1903 —21 de Maio — 2 horas da tarde, entrega da Bandeira oferecida por Francisco de Meio Alvim. 1903 — 29 de Junho — Na acta da Direcção são indicadas as Farmácias em Mirandela pertencentes a: Arnaldo Mendo, Frederico d’ Araújo Leite, Francisco de Meio Alvim e José Teixeira Mendes Bragança. 1903 — 27 de Dezembro — Grupo de 23 sócios pedem anulação do acto eleitoral. Após conversações tudo ficou em bem. 1904 — 18 de Dezembro — Eleição dos Corpos Gerentes para 1905. 1906 — 1 de Abril — Na acta da Direcção deste dia indica a permuta dos estatutos que pretendiam fazer com as Associações congéneres de Macedo de Cavaleiros e Chaves. 1906 — 1 de Maio — Festeja-se o 5•2 aniversário. Retracto de Augusto Pereira Guimarães a descoberto. 1908 — 15 de Janeiro — a Direcção nomeia uma “troupe dramática”. 1908 — 3 de Fevereiro — Voto de sentimento pela morte de O. Carlos e filho Luís Filipe. 1909 — 14 de Março — Aquisição do edifício para sede que não se concretizou. 1910 — 10 de Julho — Aprovada a reforma dos estatutos. Presentes 346 sócios. 1912 — 10 de Março — A Assembleia Geral só tinha 46 sócios presentes. 1913 — 5 de Janeiro - Foi votada por unanimidade a construção do teatro. Criada a Comissão Executiva para a sua construção e angariação de fundos, com a maioria dos sócios presentes. 1914 — Construção da sede da ASMAM e do Teatro em anexo com projecto de Veríssimo de Sá Correia, director de construção e um dos subscritores da verba gasta. Era empregado superior do Caminho de Ferro de Mirandela. Levou dez meses a construir-se e o seu custo foi de 8.200$000. Tina capacidade para 400 pessoas, 140 cadeiras e 14 camarotes. Tinha luz eléctrica. 1915 — 11 de Abril — Refere as obras do Teatro. A sede era à Rua da Praça Nova. 1916 — 24 de Abril — E convidado o Presidente da Direcção para fazer parte da Junta Patriótica, mas foi resolvido comunicar que não aceitava. 1919— 10 de Fevereiro — Substituído o secretário por ter ido para Africa. 1919 — 16 de Março — Mudança de sede. 1919 — 2 de Maio — Convite para se incorporarem nas Festas da Sr. do Amparo. 1920 — 19 de Janeiro — Refere o bufete, os bailes, ou seja formas de angariar fundos. 1920 — dia 25 de Janeiro — A quota mensal era aumentada mais 10 centavos devido à carestia dos medicamentos e carestia de todos os outros géneros. 1920 — 14 de Outubro — A casa da Sede onde estava a Associação não tinha condições. 1920 — 12 de Dezembro — Havia 370 sócios na Associação e só estavam presentes à Assembleia 30. 1921 — 1 de Maio - Carros alegóricos no aniversário. 1922 — 9 de Janeiro — O Futebol Clube de Mirandela pedia cadeiras emprestadas para uma sua festa. 1923 — 28 de Janeiro — As quotas passam para 1$50. 1923 — 4 de Março — Voto de sentimento pelo falecimento do sócio benemérito n.2 197, Simão Marques Pinheiro. 1924 — 27 de Janeiro — As quotas passam para 2$00. Subsídios aos doentes eram de 1$50 diários e 50$00 pelo funeral. 1925 —2 de Março — Foi apresentada a conveniência de que “se constituísse um grupo dramático” para as comemorações do aniversário. 1926 — 12 de Janeiro — Mudança de instalações para a casa conhecida por “Salão Drogas” na rua Parque dos Negrilhos. 1926 — 17 de Junho — Rifa de uma máquina de costura. 1$00 cada bilhete. Total 200 bilhetes. 1926 — 19 de Outubro — Votos de sentimento pelo falecimento do sócio fundador Francisco de Meio Alvim e do sócio José Mana de Sá Rodrigues. E ainda pelos 6 Bombeiros Municipais do Porto que foram vítimas no desastre da Boavista. 1929 — 14 de Julho — Tumultos na Assembleia Geral. 1930 — 2 de Junho — Dr. Bacelar alerta para as condições jurídicas para que se encontra a Casa do Teatro 1.2 de Maio. Inicia-se o processo de quitação do edifício. 1930—28 de Junho — o Dr. Bacelar oferece uma Junta de Toiros para rifar para angariar fundos a favor da Associação. 1931 - 5 de Janeiro — É referida a Filarmónica da Bouça. 1931 — 19 de Janeiro — Arrematação da obra de carpintaria da plateia do Teatro 1.2 de Maio, agora definitiva sede. 1931 — 20 de Abril — Voto de pesar pela morte do Dr. Álvaro Pinto Soares. 1932 - 19 de Setembro — Decidido oficiar ao Presidente da Câmara para a criação do Liceu Municipal “oferecendo todo o apoio moral” 1932 — 12 de Dezembro — Decidido modificar a instalação eléctrica para que a Casa do Teatro não fosse encerrada. 1933 — 30 de Outubro — Decidiram pedir ao Ministério do Comércio e ao Director geral dos Correios e Telégrafos para que as obras dos Correios recomeçassem. 1934 — 15 de Janeiro — Quotas passam de 3 para 4$00. 1934 — 29 de Outubro — Aprovada a Reforma dos Estatutos. 1935 — 21 de Janeiro — A Sociedade arrendatária do Teatro cede à Associação a organização dos Bailes de Carnaval. 1935 — 9 de Dezembro — Entrega do Teatro à Associação pela Sociedade arrendatária. 1936 — 9 de Março — Entregam a reparação interior da sede ao sr. Emílio Pinto pela quantia de 950$00. 1936 — 16 de Março — Refere um motor que tinham no anexo e que, devido às grandes chuvas estava em péssimo estado. 1936 — 12 de Abril — Domingo de Páscoa : aproveitaram e realizaram um baile e uma sessão de cinema. 1936 —27 de Abril — O Administrador do Concelho pedia o Teatro para no dia 10 de Maio projectar 1 filme em benefício da Semana da Tuberculose. 1936 — 11 de Junho — O Liceu Dr. Álvaro Soares convida para a sessão solene de comemoração do dia de Camões. 1936 — 23 de Novembro — É referenciada a existência do grupo Recreativo “Os Modestos” cujo Presidente era José Manuel Geraldo. 1936 — 28 de Novembro — E referida a existência em tempos de uma escola industrial e agora pediam a criação de outra. 1937— 11 de Janeiro — Entregam a arrematação dos bailes de Carnaval ao grupo Recreativo e Beneficiência os “Modestos Transmontanos”. 1937 — 22 de Fevereiro — O Director da Escola n.2 1 pedia o tambor para as escolas, mas resolveram emprestar em vez de dar. 1937 — 10 de Março — O Teatro Mirandelense ia abrir brevemente. O Sport Clube de Mirandela propõe arrendar o edifício à Associação. 1939 — 5 de Junho — Entregue a obra de caiação e pintura da sede a Manuel Nascimento Pinto que enviou a melhor proposta. 1939 — 31 de Agosto — É enviado um ofício (nº 251) ao Secretário Delegado da Defesa da Família — Ministério do Interior, em Lisboa, pedindo que enviem medicamentos para o combate à sífilis que grassava assustadoramente no concelho e até indicava o nome do medicamento: BISMUTOXIL. 1939 — 5 de Dezembro — distribuída a importância de 400$00 em mercearia pelos sócios mais necessitados, pelo Natal. Tinham sido enviados pelo Ministro do Interior. 1940 — 5 de Agosto — Recebem do Governo 200 ampolas de BISMUTOXIL para o combate à Sífilis. 1940 — 16 de Setembro — Mandam um telegrama ao dr. Trigo de Negreiros pelo cargo do governo para que fora nomeado. 1945 — 11 de Março — Decidido em Assembleia Geral que fosse criada uma Banda de Música. 1946 — Abril — O Visconde da Bouça oferece 32 fardas. 1946— 1 de Maio —É homenageado o Dr. José Vaz de Sousa Bacelar, Visconde da Bouça. 1946—12 de Maio — Notícia que o Teatro 1 de Maio há mais de 15 anos que deixara de funcionar como casa de espectáculos. 1949 — 5 de Dezembro - Tomou posse uma Comissão Administrativa da Banda. 1950 — 25 de Fevereiro - Já fala do pagamento à PSP pelos serviços prestados nos Bailes de Carnaval em manter a ordem. 1950 - 19 de Abril — E indicada a inauguração do Posto de Socorros da sede para o dia 1 2 de Maio desse ano. O aniversário tinha de ser comemorado na sede conforme dizia o art.2 35, parágrafo 1 2 dos Estatutos. 1950 — 25 de Maio — Inaugurada a Casa do Povo de Frechas. 1950 — 26 de Maio — Foram cumprimentar o dr. Trigo de Negreiros e comunicar-lhe a situação da Associação. 1950 — 7 de Julho — O Salão ia ser cedido à Câmara para oferecer um banquete aos Ministros do Interior e das Obras Públicas e ao Secretário de Estado da Agricultura na inauguração dos novos Paços do Concelho. 1954 — 24 de Maio — Decidiram que a Banda participava gratuitamente na inauguração da atribuição de casas aos pobres pela “Comissão Angariadora de Fundos a favor do Património dos Pobres. 1955 — 30 de Maio — O Grémio do Comércio do Concelho de Mirandela oferece à associação um bilhar livre usado. 1958—29 de Junho — Constituída Comissão para revisão dos estatutos. 1958 — 3 de Novembro — Indica que a Banda de Música não pôde estar presente na inauguração da Biblioteca dos Bombeiros porque alguns elementos estavam ausentes. 1960 — Agosto — Houve uma Exposição de Material Agrícola instalada no Parque do Império e integrada nas Festas de Nª Srª do Amparo. A Associação foi convidada para estar presente a inauguração. 1960 — 23 de Outubro — Inauguração da Sede Ginásio do Sport Clube de Mirandela. 1961 — 5 de Setembro — Foi criada uma Comissão para a criação de uma Biblioteca Popular. 1961 — 29 de Outubro — A Banda de Música deixava de pagar 10% à Associação. 1962 - 1 de Maio — São referenciadas vários organismos locais presentes nos festejos do aniversário da Associação, como: Grémio do Comércio; Sindicato Nacional dos Motoristas do Distrito de Bragança; Sindicato Ferroviário; Aero Clube de Mirandela; Sport Clube, Bombeiros Voluntários. 1962 — 13 de Novembro — Um componente do “Jazz Band” realiza um baile em seu proveito dia 2 de Dezembro. 1964 — 8 de Março — Banda presente na Inauguração do Palácio da Justiça. 1964 — 18 de Fevereiro — A Comissão do Rancho Folclórico de S. Tiago pede para ceder as instalações para os ensaios. 1964 — 7 de Abril — A Associação cedia gratuitamente o salão para os ensaios do Rancho Folclórico. Ambos iam organizar os festejos do Santo António e os lucros eram igualmente divididos. 1964—20 de Outubro — São indicados Cursos da Oliva a funcionar na sede. 1964—17 de Novembro — Fala de urna epidemia que grassava na petizada. 1965 — 5 de Outubro — Decidiram colocar anúncios nas montras para admissão de aprendizes da Banda. 1965 — 28 de Março — A Assembleia Geral corta o subsidio de doença a todos os sócios à excepção de 1 que estava em Caramulo, porque não havia verba, estavam em situação ruinosa e não conseguiam controlar os associados quando com parte de doente. 1965 — 7 de Novembro — Só aparecem 6 sócios à reunião extraordinária da Assembleia Geral. 1980 — 25 de Julho — Enorme incêndio que destruiu o edifício da Associação de S. M. dos Artistas Mirandelenses. 1987 — 28 de Março - A ASMAM tinha uma Fanfarra, uma Banda de Música, uma Escola de Música, um Grupo de Teatro e prestava Assistência no campo da saúde aos seus associados. 1988 — 16 de Janeiro — Continuava a reconstrução do edifício sede. 1989 — Abril — concluída a reconstrução do edifício sede. 1990 —6 de Julho — A Filmes Lusomundo SA assina com a Associação um contracto para exploração do Cine Mirandelense (tinha deixado de funcionar o Teatro Mirandelense). 1992 — Rescindido a partir de 30 de Junho, pela Lusomundo S. A., o contracto de exploração do Cine Mirandelense. 1997 — 18 de Novembro — Aprovada por unanimidade a alteração ao art. 26 dos Estatutos que alterava de dois para 4 anos o mandato dos Corpos Gerentes. 1999 — 12 de Janeiro — Aprovada a alteração do salão do Cine Teatro, transformando-o num espaço amplo. 2001 — Pintura e reparação da sede com a colaboração da Câmara Municipal. 2001 — Comemoração do centenário da Associação 2001 — Lançamento do Livro “Centenário da Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses” de Virgílio Tavares CORPOS GERENTES Os Corpos Gerentes de qualquer instituição associativa são sempre os elementos essenciais na condução dos destinos desse organismo. São eles que podem desenvolver (para melhor ou para pior) os percursos das suas organizações. Entendemos ser de alguma importância a divulgação dos Corpos Gerentes da Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses que atingiu um século de vida. Porém, usamos o critério de apenas indicarmos algumas, para que esta obra não fosse demasiado extensa e perdesse o interesse de uma leitura mais acessível no conteúdo, no nº de páginas e no tempo de observação/análise da mesma. Assim incluímos este capítulo onde indicaremos alguns órgãos eleitos ao longo das décadas que a vida deste organismo já atravessou.
PRIMEIRA COMISSÃO ADMINISTRATIVA PROVISÓRIA Presidente — Francisco de Mello Alvim 1º Secretário — António Abílio de Sá Pinto 2º Secretário — Francisco Mana Ferreira Directores — Elói José Pereira — João Baptista Carneiro — António Joaquim Carmo Tesoureiro — Januário Belo
Esta comissão foi eleita em Assembleia Geral de 5 de Abril de 1901 que era Presidida por Augusto Pereira Guimarães e secretariado por Francisco de MelIo Alvim e António Abílio de Sá Pinto. Na segunda Assembleia Geral o Presidente foi o mesmo, mas os secretários foram José Manuel Ribeiro e José A. da Costa. Devemos lembrar-nos de que se estava na fase de constituição da Associação e, por isso, os órgãos eram constituídos para um tempo nada preciso, designando-se por provisórios. GERÊNCIA DE 1902
ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Augusto Pereira Guimarães 1º Secretário — José Maria Sá Rodrigues 2º Secretário — José António da Costa CONSELHO FISCAL
Presidente — Rodrigo da Conceição Cabral
Vogal — António Teixeira Neto Vogal — José Esteves Lopes do Rego DIRECÇÃO Presidente — Francisco de Melo Alvim
Vice Presidente — Manuel Maria Pires Claro 1ºSecretário — António Abílio de Sá Pinto 2ºSecretário — Francisco Maria Ferreira Directores — Elói José Pereira, João Baptista Carneiro e António Joaquim Carino Tesoureiro — Januário Belo GERÊNCIA DE 1913
(eleitos a 15 de Dezembro de 1912) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Heitor Eugénio de Magalhães Passos Vice Presidente — Dr. Manuel Rocha 1º Secretário — António Augusto Martins 2º Secretário — Albino Ribeiro CONSELHO FISCAL Presidente — Francisco Maria Ferreira
1ºVogal — António Coelho da Rocha 2ºVogal — Severino Teixeira DIRECÇÃO Presidente — Marcolino Augusto Osório
Vice Presidente — José Pinto Teixeira 1ºSecretário — Aníbal Rocha 2ºSecretário — António Adelino Martins Directores — 1º- José Estêvão Rego 2.º- João Maria Esteves 3º José Benedito Osório 4º- Alfredo do Nascimento Tesoureiro — Manuel Maria Pires Claro GERÊNCIA DE 1922
(eleitos a 18 de Dezembro de 1921) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Dr. José Joaquim de Carvalho Salazar
Vice Presidente — Augusto Pereira Guimarães 1ºSecretário — José Dionízio Neves 2º Secretário — José Rafael CONSELHO FISCAL Presidente — João Belo
1º Vogal — André Cabeças 2º Vogal — Augusto Lopes DIRECÇÃO Presidente — António Emílio Cabral
Vice Presidente — Hipólito César Lemos 1º Secretário — Virgílio Costa Guimarães 2º Secretário — Luís Filipe Teixeira Directores — António Rodrigues — Francisco José Esteves — António Augusto de Castro Tesoureiro — José António da Costa
GERÊNCIA DE 1932
(eleitos a 20 de Dezembro de 1931) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — António Eduardo de Oliveira Faria
Vice-Presidente — Armindo Augusto d´Andrade 1º Secretário — Viriato José Botelho 2º Secretário — José Matias Botelho CONSELHO FISCAL Presidente — António Emílio Cabral
Vogais — Alfredo Correia Álvaro Augusto do Rego DIRECÇÃO Presidente — Adelino de Carvalho
Vice Presidente — Augusto Maria Lopes 1. Secretário — Francisco de Sousa Campos 2. Secretário — Tibério Augusto d’Almeida Vogais — Avelino Geraldes Pereira — Vitor José Rodrigues — Clemente José Ferreira — Francisco Augusto Esteves Tesoureiro — Pedro Augusto Pinto
GERÊNCIA DE 1941
(eleitos a 15 de Dezembro de 1940) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Dr. José Joaquim de Carvalho Salazar
Vice Presidente — Augusto Maria Lopes 1º Secretário — José Elói Pereira 2º Secretário — Miguel dos Santos Ferreira CONSELHO FISCAL Presidente — Francisco Alves de Sousa
Vogais - João Batista dos Santos e Adelino Albano Torres Botelho DIRECÇÃO Presidente — Elói do Nascimento Pereira
Vice Presidente — Júlio César Bornes 1º Secretário — Veríssimo Salvador Correia 2ºSecretário — Francisco António Botelho Vogais — Adolfo Policarpo Armindo Alfredo Pinheiro Alfredo Albertino Sales Hipólito Seramota Tesoureiro — Avelino Geraldo Pereira GERÊNCIA DE 1945
(eleitos a 23 de Dezembro de 1945) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Dr. José Joaquim de Carvalho Salazar
Vice Presidente — Aníbal Coelho Rocha 1 •2 Secretário — Veríssimo Salvador Correia 2.2 Secretário — Mário da Cruz Rocha CONSELHO FISCAL Presidente — Aníbal dos Santos Teixeira
1º Vogal — Francisco António Botelho 2º Vogal — Aníbal Tavares Machado DIRECÇÃO Presidente — Alexandrino António Pereira
Vice Presidente — Alfredo Augusto Correia 1º Secretário — João Francisco Cabeças 2º Secretário — Arnaldo Fernandes Pinto Vogais — Francisco Claro Pando Duarte de Sousa Francisco de Sousa Alfredo Sales Tesoureiro — Avelino Geraldo Pereira GERÊNCIA DE 1959
(eleitos a 21 de Dezembro de 1958) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — João do Nascimento Belchior
Vice Presidente — Joaquim Casimiro Cruz 1º Secretário — Mário do Amparo Medeiros 2º Secretário — José Joaquim Ferreira CONSELHO FISCAL Presidente — Manuel Roque de Sousa
1º Secretário — José António Troca Relator — Carolino do N. Lopes DIRECÇÃO Presidente — Elói do Nascimento Pereira
Vice Presidente — Mário Pinheiro 1º Secretário — Francisco Inácio Ferreira 2º Secretário — Arménio Augusto Pinto Vogais — Arnaldo F. Pinto, Joaquim de Sá — Francisco Claro Paçó, António Manuel Tesoureiro — José Maria Pereira
GERÊNCIA DE 1960
(eleitos a 1 de Janeiro de 1960) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Eng. Olímpio José da Gama Coelho Rocha
Vice Presidente — João Maria Pavão 1º Secretário — João Luís Belo 2º Secretário — João Baptista Martins CONSELHO FISCAL Presidente — Dr. Manuel Teixeira Júnior
Secretário — Abílio de Oliveira Relator — João do Nascimento Belchior DIRECÇÃO Presidente — Dr. Arnaldo Dias
Vice-Presidente — Manuel Paulo da Ressureição Fernandes 1º Secretário — Cândido António Pires da Costa 2º Secretário — Viriato Emílio Martins Vogais — Armando Figueiredo Sarmento e João António Vilares Tesoureiro — Alfredo Albertino Sales GERÊNCIA DE 1965
(eleitos a 20 de Dezembro de 1964) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Miguel Luís Vaz
Vice Presidente — Marcolino Gonçalves 1. Secretário — Viriato Aníbal Vale 2. Secretário — João Maria Vasques CONSELHO FISCAL Presidente — Aníbal Coelho Rocha
Secretário — Alfredo Augusto Correia Relator — Alexandre José Fernandes DIRECÇÃO Presidente — Armando Artur Lemos
Vice Presidente — João Gonçalves de Almeida 1º Secretário José Manuel Pires
2º Secretário — Marcolino Joaquim Romão Vogais — Joaquim de Sá José Augusto Neto Duarte de Sousa Manuel António Pereira Tesoureiro — Aires Ferreira Sacras GERÊNCIA DE 1970 (eleitos a 21 de Dezembro de 1969) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — João António dos Santos Vilares
Vice Presidente — João Luís Belo 1º Secretário — Alfredo Augusto Vaz 2.º Secretário — António Manuel Esteves CONSELHO FISCAL Presidente — João Baptista Rego
Secretário — Alfredo Augusto Coelho Relator — Eduardo José Botelho DIRECÇÃO Presidente — Adolfo Augusto Cruz
Vice Presidente — Aníbal Pinto 1º Secretário — Manuel Martins Lavado 2.º Secretário — Carolino do Nascimento Lopes Vogais — Fernando do Nascimento Limoeiro Eduardo Nascimento Gomes de Almeida António Joaquim Correia Joaquim dos Santos Tesoureiro — Leonídio Artur Almeida GERÊNCIA DE 1985
DIRECÇÃO
Presidente — José Alberto Ribeiro
1º Secretário — Carlos Rogério S. Ferreira Sacras 2º Secretário — Amândio Augusto Alves CONSELHO FISCAL Presidente — José Fernando Sequeira Rodrigues
Secretário — Arménio Lino Martins Relator — Acácio Augusto Gonçalves DIRECÇÃO Presidente — Francisco Manuel dos Reis
Secretário — Augusto José Pires Tesoureiro — Firmino A. Silva Campos Vogais — José Alexandre N. M. De Oliveira e José Maria Pereira GERÊNCIA DE 1988/89
(eleitos a 27 de Fevereiro de 1988) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Manuel João Morais Araújo
1. Secretário — António Joaquim Correia 2. Secretário — José Francisco Reimão CONSELHO FISCAL Presidente — Manuel Rodrigues da Silva
Secretário — José Carmona Figueiredo da Luz Relator — Acácio Teixeira DIRECÇÃO Presidente — Francisco do Patrocínio Martins
Secretário — Valdemar dos Santos Vilaverde Tesoureiro — Firmino António da Silva Campos Vogais — Carlos Manuel Ricardo Alberto António Figueiredo Sarmento Manuel José Ceriz Fernando Manuel Cordeiro GERÊNCIA DE 1998/2001
(eleitos a 16 de Janeiro de 1998) ASSEMBLEIA GERAL
Presidente — Roger do Nascimento Ferreira
1. Secretário — António Alfredo Mós 2. Secretário — Jorge Augusto Pinheiro CONSELHO FISCAL Presidente — António Martins dos Santos
Secretário — Carlos Manuel Pereira Relator — Manuel Joaquim Ribeiro DIRECÇÃO Presidente — Henrique Paulo Reis Secretário — António Manuel Balsa Sequeira Tesoureiro — Joaquim Rente dos Santos Vogais — Orlando Aníbal Pinto António Manuel José Jorge Neto António Modesto Paixão PRESIDENTES DA DIRECÇÃO Francisco de Mello Alvim (1902)
Marcolino Augusto Osório (1913) António Emílio Cabral (1922) Adelino de Carvalho (1932) Elói do Nascimento Pereira (1941) Alexandrino António Pereira (1945) Elói do Nascimento Pereira (1959) Dr. Arnaldo Dias (1960) Armando Artur Lemos (1965) Adolfo Augusto Cruz (1970) Francisco Manuel dos Reis (1985) Francisco do Patrocínio Martins (1988/89) Henrique Paulo Reis (1998-2001) Fontes: «Apontamentos Históricos de Mirandela«, 1983, do Padre Ernesto de Sales;
«Centenário da Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses», 2001, de Virgílio Tavares.
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